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		<title>:: The bird watcher @ Colönia ::</title>
		<link>http://lmlr.wordpress.com/2011/02/14/the-bird-watcher-colonia/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 Feb 2011 22:25:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lribas</dc:creator>
				<category><![CDATA[:: pøst ::]]></category>

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		<description><![CDATA[@ Colönia (porto) &#8211; The Bird Watcher &#8211; by André Gonçalves — &#8220;the bird watcher&#8221; é o titulo da instalação de André Gonçalves, patente na micro galeria Colönia, no Porto, até 5 de Maio, 2011. — &#8220;The bird watcher&#8221; parte &#8230; <a href="http://lmlr.wordpress.com/2011/02/14/the-bird-watcher-colonia/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=lmlr.wordpress.com&amp;blog=1239310&amp;post=662&amp;subd=lmlr&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>@ Colönia (porto) &#8211; <strong><em>The Bird Watcher</em></strong> &#8211; by André Gonçalves<br />
<img class="alignnone" title="bird w" src="http://farm6.static.flickr.com/5015/5446488286_9d3c16a0a1_b.jpg" alt="" width="500" /><br />
—<span style="font-size:11px;"><br />
<em><strong>&#8220;the bird watcher&#8221;</strong></em><br />
<em> é o titulo da instalação de André Gonçalves,</em><br />
<em> patente na micro galeria Colönia, no Porto, até 5 de Maio, 2011.</em><br />
—</span><span style="font-size:11px;"><br />
<em>&#8220;The bird watcher&#8221; parte de uma aproximação comportamental à rede social &#8220;Twitter&#8221;. A instalação a inclui uma câmara e um microfone, focados num pássaro dentro de uma gaiola, associado a uma conta no &#8220;twitter&#8221;. Cada vez que o pássaro pia (tweet), um excerto vídeo é automaticamente carregado para o <a href="http://www.youtube.com/user/TheBirdWatcher001" target="_blank">youtube</a> e um &#8220;tweet&#8221; é gerado com o <a href="http://twitter.com/the_birdwatcher" target="_blank">respectivo link</a>.</em><br />
<span style="font-size:11px;"><br />
Através desta &#8220;performance&#8221; de um pássaro — o próprio símbolo do &#8220;Twitter&#8221;— André Gonçalves tece uma aproximação comportamental à rede social, comentando com ironia o próprio conceito do tweet (pequeno surto de informação de 140 caracteres), reenviando-o à sua origem.</span></span></p>
<p><span style="font-size:11px;"><img class="alignnone" src="http://farm6.static.flickr.com/5258/5446486606_c0c710bff3.jpg" alt="" height="300" /><img class="alignnone" src="http://farm6.static.flickr.com/5258/5445893027_9b4b0ae2dc.jpg" alt="" height="300" /><br />
André Gonçalves, define-se como um artista e músico que trabalha com programação e electrónica, e que desde 1998 explora com estes meios diversas áreas artísticas, entre a arte sonora e media arte.<span style="font-size:11px;"><br />
As incontáveis apresentações do seu trabalho a nível internacional  atestam um  percurso entre a performance e a instalação em que se incluem, por exemplo, &#8220;Resonant Objects&#8221; (2005-08) um exploração estética e tecnologicamente aumentada do fenómeno de ressonância, ou a recente participação na exposição &#8220;El processo como paradigma&#8221; no Centro de arte Laboral em  Gijón, com a instalação &#8220;Driven By or The Careless Self-Indulgence of Dystopia&#8221; (2010) em que carros motorizados entram num jogo com os seus próprios comportamentos.<br />
<span style="font-size:11px;"><br />
No entanto, o título [<em>de artista versado em electrónica e programação</em>], não revela o mais particular aspecto da sua prática plural, ou de como as suas construções, nomeadamente as máquinas improváveis com comportamentos inusitados, comentam de forma poética, irónica ou até crítica o seu próprio contexto de actuação, no cruzamento entre a arte e tecnologia.<br />
É nesta perspectiva que o seu &#8220;Bird Watcher&#8221; se apresenta, num casamento feliz, com a recente micro-galeria Colönia especialmente dedicada à  arte, design e inovação tecnológica.<br />
<span style="font-size:11px;"><br />
Como parte de um estúdio de design de comunicação (dirigido por João Cruz e Joana Machado) e loja (in situ e<a href="http://colonia.pt/index.php?/47/store/" target="_blank"> online</a>), a Colönia integra na sua vitrina o micro espaço expositivo,  com particular pendor por projectos de arte electrónica que assumem uma dimensão tangível, ou física, em contraste com a imaterialidade ou virtualidade do écran [ou projecção].<br />
<span style="font-size:11px;"><br />
Nesta linha, a exposição prévia do projecto <a href="http://www.digital-identities.com/" target="_blank">~IDENTITÄT</a>, de Jonas Loh e Steffen Fiedler, iniciou a agenda de 4 exposições por ano, com quatro esculturas definidas como uma visualização física da identidade virtual de uma colecção de perfis de utilizadores de comunidades online.<br />
<span style="font-size:11px;"><br />
<em>Igualmente, como complemento sua instalação, André Gonçalves propõe &#8220;P.S. I love you&#8221;, uma discreta &#8220;caixa&#8221; que produz uma visualização física, e em tempo real, da posição relativa do sol e da lua, enquanto reage a alterações de luminosidade no ambiente, obscurecendo, com uma peculiar nuvem mecânica, os dois pequenos discos motorizados que representam o sol e a lua.</em><br />
<span style="font-size:11px;"><br />
<img class="alignnone" title="p.s. i love you" src="http://farm6.static.flickr.com/5139/5445888157_00e3422598_b.jpg" alt="" width="500" /><br />
A loja, por sua vez, alarga os critérios curatoriais a um conjunto de produtos que se situam entre fronteiras de domínios criativos, como o design, moda, joalharia, na grande maioria exclusivos em portugal (como a colecção de peças Bless) ou edições próprias (como o <a href="http://colonia.pt/index.php?/47/10/" target="_blank">selo comemorativo &#8220;10&#8243;</a>).</span></span></span></span></span></span></span></p>
<p><img class="alignnone" src="http://farm6.static.flickr.com/5291/5446499722_6fc9688927.jpg" alt="" height="210" /> <img class="alignnone" src="http://farm6.static.flickr.com/5051/5446491134_368261d239_m.jpg" alt="" height="210" /><br />
—<br />
<span style="font-size:11px;"><em><strong>The Bird Watcher</strong></em><br />
<a href="http://www.andregoncalves.info/installations/thebirdwatcher/" target="_blank">http://www.andregoncalves.info/installations/thebirdwatcher/</a><br />
<a href="http://www.andregoncalves.info/" target="_blank">http://www.andregoncalves.info</a><br />
Exposição de 05.02.2011 a 05.05.2011, na<br />
<span style="font-size:11px;"><em><strong>Colönia</strong></em><br />
<a href="http://colonia.pt" target="_blank">http://colonia.pt</a><br />
Rua 15 de Novembro 47, 4100-421 Porto, Portugal.<br />
segunda a sexta, 14H00 &#8211; 19H30, sábado 14H00 -19H00.<br />
—</span></span></p>
<br />Filed under: <a href='http://lmlr.wordpress.com/category/p%c3%b8st/'>:: pøst ::</a>  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/lmlr.wordpress.com/662/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/lmlr.wordpress.com/662/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/lmlr.wordpress.com/662/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/lmlr.wordpress.com/662/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/lmlr.wordpress.com/662/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/lmlr.wordpress.com/662/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/lmlr.wordpress.com/662/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/lmlr.wordpress.com/662/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/lmlr.wordpress.com/662/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/lmlr.wordpress.com/662/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/lmlr.wordpress.com/662/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/lmlr.wordpress.com/662/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/lmlr.wordpress.com/662/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/lmlr.wordpress.com/662/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=lmlr.wordpress.com&amp;blog=1239310&amp;post=662&amp;subd=lmlr&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>:: Transmediale 2010 ::</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Feb 2010 13:50:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lribas</dc:creator>
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		<category><![CDATA[transmediale]]></category>
		<category><![CDATA[txt luísa ribas]]></category>

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		<description><![CDATA[— FUTURITY NOW! — De 02 a 07 de Fevereiro em Berlim, as temperaturas francamente negativas que se faziam sentir em Berlim atingiram o ponto positivo depois de meses. Em concordância, o festival Transmediale elevou o grau do ano anterior, &#8230; <a href="http://lmlr.wordpress.com/2010/02/17/transmediale-2010/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=lmlr.wordpress.com&amp;blog=1239310&amp;post=326&amp;subd=lmlr&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>—<br />
FUTURITY NOW!<br />
—<br />
<a href="http://www.flickr.com/photos/lmlrpt/4345190283/in/set-72157623273005017/"><img class="alignnone" src="http://farm3.static.flickr.com/2700/4345190283_0e05daede1.jpg" alt="" width="232" height="130" /></a><a href="http://www.flickr.com/photos/lmlrpt/4345919268/in/set-72157623273005017/"><img class="alignnone" src="http://farm3.static.flickr.com/2757/4345919268_b69f00d513.jpg" alt="" width="234" height="130" /></a></p>
<p><em>De 02 a 07 de Fevereiro em Berlim, as temperaturas francamente negativas que se faziam sentir em Berlim atingiram o ponto positivo depois de meses. Em concordância, o festival Transmediale elevou o grau do ano anterior, passando do remoto &#8220;profundo norte&#8221; à presença da &#8220;futuridade agora!&#8221;. </em><br />
—<br />
O tema desta edição do festival dedicado às artes e culturas digitais, Transmediale, parte de uma citação de H.G.Wells e propõem considerar a &#8216;futuridade&#8217; como dimensão em que nos encontramos já imersos: &#8220;FUTURITY NOW!&#8221; é o futuro presente, como objecto de projecção cultural, como projecto criativo.</p>
<p><a href="http://read0nlymem0ry.wordpress.com/2010/02/17/transmediale-2010/" target="_blank">[LER +++++++]</a></p>
<br />Filed under: <a href='http://lmlr.wordpress.com/category/p%c3%b8st/'>:: pøst ::</a> Tagged: <a href='http://lmlr.wordpress.com/tag/transmediale/'>transmediale</a>, <a href='http://lmlr.wordpress.com/tag/txt-luisa-ribas/'>txt luísa ribas</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/lmlr.wordpress.com/326/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/lmlr.wordpress.com/326/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/lmlr.wordpress.com/326/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/lmlr.wordpress.com/326/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/lmlr.wordpress.com/326/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/lmlr.wordpress.com/326/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/lmlr.wordpress.com/326/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/lmlr.wordpress.com/326/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/lmlr.wordpress.com/326/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/lmlr.wordpress.com/326/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/lmlr.wordpress.com/326/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/lmlr.wordpress.com/326/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/lmlr.wordpress.com/326/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/lmlr.wordpress.com/326/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=lmlr.wordpress.com&amp;blog=1239310&amp;post=326&amp;subd=lmlr&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>:: DECODE: Digital Design Sensations ::</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Dec 2009 11:16:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lribas</dc:creator>
				<category><![CDATA[:: pøst ::]]></category>

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		<description><![CDATA[Decode: Digital Design Sensations TXT em PT &#8211; Publicado na revista parq 17 [Parq Mag 17DECODE] — The Victoria and Albert Museum in London showcases an exhibition of digital and interactive works, addressing three lines of consideration: code, interactivity and &#8230; <a href="http://lmlr.wordpress.com/2009/12/13/decode-digital-design-sensations/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=lmlr.wordpress.com&amp;blog=1239310&amp;post=317&amp;subd=lmlr&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Decode: Digital Design Sensations<br />
<font size="1">TXT em PT &#8211; Publicado na revista parq 17 [<a href="http://read0nlymem0ry.files.wordpress.com/2009/12/parq-mag-17decode.pdf">Parq Mag 17DECODE</a>]</font><br />
—<br />
<img class="alignnone" src="http://farm5.static.flickr.com/4044/4175665643_5be630bb16_m.jpg" alt="" width="240" height="135" /><img class="alignnone" src="http://farm3.static.flickr.com/2598/4176370116_2e031c2fa0_m.jpg" alt="" width="240" height="135" /><br />
The Victoria and Albert Museum in London showcases an exhibition of digital and interactive works, addressing three lines of consideration: code, interactivity and network. With works ranging from small screen based graphics to large-scale installations, and in a mix of &#8220;classics&#8221; and more recent, specially commissioned works, the exhibition traces a panoramic view on established and emergent propositions of digital and interactive art and design.</p>
<p><span style="color:#999999;"> </span></p>
<p>Running until the 11th April in the exhibition space of the &#8220;The Porter Gallery&#8221;, and gathering approximately 30 works, the exhibition then extends, spatially and temporally, with a series of interventions throughout the Museum&#8217;s facade, entrance and garden, as well as in the Science Museum, and through a digital work for its<a href="http://www.vam.ac.uk/microsites/decode" target="_blank"> website</a> : a <a href="http://www.vam.ac.uk/microsites/decode/recodegallery" target="_blank">generative open source identity</a> was commissioned to Karsten Schmidt, which the public is invited to transform, to be shown on digital screens through the London Underground. This malleable identity, where &#8220;decode&#8221; becomes &#8220;recode&#8221;, reinforces the transformative and participatory nature of these works, that are either in a state of perpetual evolution or/and influenced by the behavior of the participant spectator.<strong> <a href="http://read0nlymem0ry.wordpress.com/2009/12/13/decode-digital-design-sensations/" target="_blank"> [read +++++++]</a></strong></p>
<br />Posted in :: pøst ::  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/lmlr.wordpress.com/317/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/lmlr.wordpress.com/317/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/lmlr.wordpress.com/317/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/lmlr.wordpress.com/317/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/lmlr.wordpress.com/317/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/lmlr.wordpress.com/317/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/lmlr.wordpress.com/317/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/lmlr.wordpress.com/317/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/lmlr.wordpress.com/317/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/lmlr.wordpress.com/317/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/lmlr.wordpress.com/317/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/lmlr.wordpress.com/317/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/lmlr.wordpress.com/317/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/lmlr.wordpress.com/317/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=lmlr.wordpress.com&amp;blog=1239310&amp;post=317&amp;subd=lmlr&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>:: WORK PATH (fbaul / udk) UM fest ::</title>
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		<comments>http://lmlr.wordpress.com/2009/11/11/300/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 12:28:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lribas</dc:creator>
				<category><![CDATA[:: pøst ::]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://lmlr.wordpress.com/?p=300</guid>
		<description><![CDATA[WORK PATH UDK + DESIGN DE COMUNICAÇÃO /FBAUL Work Path—Foreground-Background—Open Discussion—Dc /Fbaul + Udk Berlin Sábado • Saturday — 14•11•2009 — 15:30h. Auditório Lagoa Henriques / Fbaul No âmbito do Festival UM Foreground-background is an algorithm that is used to &#8230; <a href="http://lmlr.wordpress.com/2009/11/11/300/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=lmlr.wordpress.com&amp;blog=1239310&amp;post=300&amp;subd=lmlr&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>WORK PATH </strong> UDK + DESIGN DE COMUNICAÇÃO /FBAUL<br />
<a href="http://411led.wordpress.com/2009/11/12/work-path-open-discussion-dcfbaul-udk/" target="_blank">Work Path—Foreground-Background—Open Discussion—Dc /Fbaul + Udk Berlin<br />
Sábado • Saturday — 14•11•2009 — 15:30h.<br />
Auditório Lagoa Henriques / Fbaul</a></p>
<p><em>No âmbito do Festival UM</em><span style="font-size:xx-small;"><br />
<em>Foreground-background is an algorithm that is used to control execution of multiple processes on a single processor. <br />
It is based on two waiting lists: foreground is the one in which all processes initially enter; and background is where all processes are moved after using all of their execution time in foreground.<br />
<img alt="" src="http://411led.files.wordpress.com/2009/11/picture-2.png?w=500&#038;h=317&#038;h=317" class="alignnone" width="500" height="317" /><br />
This Open Discussion between students from two academic backgrounds (FBAUL + UDK) will consist on sharing views on personal work paths — how students extended their creative practice, departing from a specific cultural foundation of academic studies (how certain processes and practices move from foreground to background and vice-versa)— exploring new territories or specializing in particular directions, and considering specific mediational processes and strategies of communication.</em><br />
—<br />
PARTICIPANTS<br />
—<br />
<strong>UDK Berlin</strong><br />
Torsten Posselt, Frederic Gmeiner, Extracts of Local Distance <a href="http://www.1um1.net/?page_id=219" target="_blank">http://www.1um1.net/?page_id=219</a></span><span style="font-size:xx-small;"><br />
Andreas Schmelas, Artificial Smile <a href="http://www.1um1.net/?page_id=121" target="_blank">http://www.1um1.net/?page_id=121</a></span><span style="font-size:xx-small;"><br />
Julius von Bismark, Image Fulgurator <a href="http://www.1um1.net/?page_id=105" target="_blank">http://www.1um1.net/?page_id=105</a></span><br />
<span style="font-size:xx-small;">Sandra Dick, Monitorphotography <a href="http://www.1um1.net/?page_id=106" target="_blank">http://www.1um1.net/?page_id=106</a></span><br />
<span style="font-size:xx-small;">Tim Horntrich, Mutable Postcards <a href="http://mutablepostcards.rgbdeluxe.de/" target="_blank">http://mutablepostcards.rgbdeluxe.de/</a></span></p>
<p><span style="font-size:xx-small;">—<br />
<strong>Design de Comunicação / FBAUL</strong><br />
REACTOR – <a href="http://reactorfbaul.wordpress.com/" target="_blank">http://reactorfbaul.wordpress.com/</a> rep. daniel martins</span><br />
<span style="font-size:xx-small;">PLATAFORMA COMUM <a href="http://aftadesign.net/comum/" target="_blank">http://aftadesign.net/comum/</a> rep. mário coelho</span><br />
<span style="font-size:xx-small;">RECTINA <a href="http://areas.fba.ul.pt/rectina06/" target="_blank">http://areas.fba.ul.pt/rectina06/</a> rep. rui telmo romão</span><br />
<span style="font-size:xx-small;">SUPERCHASE – <a href="http://www.vivoeusebio.com/" target="_blank">http://www.vivoeusebio.com/</a> colectivo VIVÓEUSÉBIO</span><br />
<span style="font-size:xx-small;">DESCONSTRUÇÂO DA NARRATIVA <a href="http://desconstrucaonarrativa.wordpress.com/" target="_blank">http://desconstrucaonarrativa.wordpress.com/</a> mariana fernandes + rui silveira + joana bernardo + teresa nunes + mariana veloso</span><br />
<span style="font-size:xx-small;">CÃO-CEITO <a href="http://www.caoceito.com/" target="_blank">http://www.caoceito.com/</a> rep. marta teixeira da silva e manuel garcia</span><br />
<span style="font-size:xx-small;">GENERACTIVE + sonorous blot<br />
rep. sérgio brito + ana sofia oliveira + andreia mesquita</span></p>
<br />Posted in :: pøst ::  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/lmlr.wordpress.com/300/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/lmlr.wordpress.com/300/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/lmlr.wordpress.com/300/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/lmlr.wordpress.com/300/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/lmlr.wordpress.com/300/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/lmlr.wordpress.com/300/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/lmlr.wordpress.com/300/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/lmlr.wordpress.com/300/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/lmlr.wordpress.com/300/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/lmlr.wordpress.com/300/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/lmlr.wordpress.com/300/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/lmlr.wordpress.com/300/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/lmlr.wordpress.com/300/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/lmlr.wordpress.com/300/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=lmlr.wordpress.com&amp;blog=1239310&amp;post=300&amp;subd=lmlr&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">lribas</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>:: Festival UM @FBAUL ::</title>
		<link>http://lmlr.wordpress.com/2009/11/11/festival-um-fbaul/</link>
		<comments>http://lmlr.wordpress.com/2009/11/11/festival-um-fbaul/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 12:14:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lribas</dc:creator>
				<category><![CDATA[:: pøst ::]]></category>

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		<description><![CDATA[FESTIVAL UM - CONFERÊNCIAS E WORKSHOPS NA FBAUL UM: Festival Internacional de Intermedia Experimental 12.13.14.15 Nov 2009Lisboa (ECV Fiat, FBAUL, ZDB &#38; MusicBox) www.1um1.net — UM &#124; 2009 USING OUR ILLUSIONS — Entre 12 e 15 de Novembro, Lisboa acolhe &#8230; <a href="http://lmlr.wordpress.com/2009/11/11/festival-um-fbaul/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=lmlr.wordpress.com&amp;blog=1239310&amp;post=293&amp;subd=lmlr&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>FESTIVAL UM -</strong> <a href="http://411led.wordpress.com/2009/11/11/festival-um-fbaul/" target="_blank"><strong>CONFERÊNCIAS E WORKSHOPS NA FBAUL</strong><br />
UM: Festival Internacional de Intermedia Experimental</a><br />
12.13.14.15 Nov 2009Lisboa (ECV Fiat, FBAUL, ZDB &amp; MusicBox)<br />
<a href="http://www.1um1.net" target="_blank">www.1um1.net</a></p>
<p><a href="http://lmlr.files.wordpress.com/2009/11/um-print1.png"><img class="alignnone size-full wp-image-298" title="UM-PRINT" src="http://lmlr.files.wordpress.com/2009/11/um-print1.png?w=500&#038;h=208" alt="" width="500" height="208" /></a></p>
<p>—<br />
UM | 2009<br />
USING OUR ILLUSIONS<br />
—<br />
Entre 12 e 15 de Novembro, Lisboa acolhe o Festival UM:Festival Internacional de Intermedia Experimental, dedicado à apresentação e disseminação de práticas intermedia contemporâneas, confrontando o panorama nacional e internacional.<br />
<em><strong>O festival centra-se práticas de carácter interdisciplinar e experimental que expandem a noção de &#8220;media arte&#8221; no cruzamento de disciplinas, formas de arte, tecnologias dos media e suas implicações sociais.</strong></em><br />
—<br />
Sob a forma de exposição, workshops, conversas e performances, em 4 locais (ECV Fiat, FBAUL, ZDB &amp; MusicBox), o festival UM conta com a participação de uma pluralidade de artistas, profissionais e académicos, que nesta edição se reúnem<em><strong> sob o tema da &#8220;paisagem&#8221;, como mote para &#8220;usar-mos as nossas ilusões&#8221; ao ver o mundo e as nossas relações &#8220;imaginadas&#8221; com o mesmo.</strong></em></p>
<p>A paisagem, como um processo activo, de construção e mediação do mundo exterior através da experiência subjectiva, tanto informa uma percepção como nos permite agir e transformar a realidade. Directa ou indirectamente esta construção social complexa do espaço reflecte-se nas componentes do programa e estratégia curatorial.</p>
<p>Sob a direcção de Teresa Dillon, a abordagem curatorial tem o input de promotores e curadores como QuJunktions (performance musical) ou Jussi Ängeslevä que traz da Universidade de Belas-Artes de Berlim uma série de projectos para a exposição, sobre processos de construção e mediação da imagem.<br />
—<br />
<span style="font-size:xx-small;"> anuncio revista parq</span></p>
<p><a href="http://lmlr.files.wordpress.com/2009/11/parqmag-16-umsolo.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-294" title="parqmag-16-umsolo" src="http://lmlr.files.wordpress.com/2009/11/parqmag-16-umsolo.jpg?w=500&#038;h=707" alt="" width="500" height="707" /></a><br />
—<br />
<span id="more-293"></span><br />
Esta abertura reflecte-se este ano não só na temática, como no formato, locais e parcerias, nomeadamente alojando na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa o programa de Workshops e conversas do Festival.<br />
—<br />
Como espaço de discussão de conceitos e temas do programa, os debates desenvolvem-se em momentos consecutivos.* Parte-se &#8220;Desta Posição&#8221; com Emanuel Pimenta e Carsten Stabenow/Staalplaat Sound System para tratar a &#8220;construção da paisagem e as inter-relações entre som, imagem, arquitectura e espaço&#8221;. Dmitry Gelfand &amp; Evelina Domnitch e Terike Haapoja vão explorar &#8220;Estados de sensibilidade elevados&#8221;. O professor Jussi Ängeslevä e o colectivo Unsworn Technologies discutem como &#8220;Projectar novas abordagens para acção e percepção&#8221;.<br />
<span style="font-size:xx-small;">* Os debates decorrem na FBAUL &#8211; Largo da Academia Nacional de Belas-Artes, Chiado. Dias 12, 13 e 14 de Novembro. Entre as 18-19.30h</span><br />
—<br />
Estes temas e conceitos prolongam-se nos workshops, com o exercício de desenvolvimento conceptual sobre &#8220;maneiras de ver computacionais&#8221; proposto pelo professor Ängeslevä  tratando “o que acontece” quando aplicamos princípios computacionais ao design dos objectos quotidianos. Unsworn Technologies desenvolvem um Workshop Peripatético de Design de Protótipo testando as possibilidades do MegaphoneBooth no espaço púbico, e a  fundação STEIM propõe dois dias dedicados ao design de instrumentos musicais através de software.<br />
<span style="font-size:xx-small;">* Workshops decorrem na FBAUL &#8211; Largo da Academia Nacional de Belas-Artes, Chiado. Dias 12, 13 e 14 de Novembro. Entre as 11-18.00h &#8211; inscrições: info@1um1.net </span><br />
—<br />
Na exposição* exploram-se objectos ou ferramentas que propõem a extensão das nossas faculdades perceptivas ou que nos assistem no processamento da realidade. Os trabalhos seleccionados por Jussi Ängeslevä são disso exemplo: o &#8220;Image Fulgurator&#8221; Julius von Bismarck , a poética instalação-vídeo &#8220;Entropy&#8221;, de Terike Haapoja, ou o projecto Singing Bridges, de Jodi Rose, ou os trabalhos de Andreas Schmelas &amp; Stefan Stubbe, Sandra Dick &amp; Ferderic, Torsten Posselt, Benijamin Maus, Frederic Gmeiner. Incluem-se ainda projectos sonoros ou jogos artísticos, aplicações móveis, de André Gonçalves, John Klima, CADA, contando ainda e performances ao vivo no dia de abertura* de Rafael Toral &amp; Staalplaat Sound System.<br />
<span style="font-size:xx-small;">* Exposição patente até 27 de Novembro, de Seg a Sex, 12-19.00h. Espaço ECV Fiat Garage, Av. 24 de Julho, 60, Santos.<br />
* Inauguração Qui 12 de Nov 22.00h.</span><br />
—<br />
As performances musicais completa o ciclo, incentivando novas e inesperadas formas musicais através de articulações improváveis. Quwack (UM) promove os confrontos musicais e culturais, hi-fi/lo-fi, pop/avant garde, electrónica/acústica, conjugando Whit(PT) &amp; QuWack: Alfredo Carajilo, Gabriel Ferrandini, Tiago Morna, Bass Clef, Katapulto, Infinite Livez, Team Brick &amp; DJ Sniff.<br />
Andre Wakko e Gasparov irão aquecer o palco na &#8220;MusicBox&#8221; para Bass Clef com o seu estilo &#8220;live&#8221; de trombone e percussão.<br />
<span style="font-size:xx-small;">* Whit (PT) &amp; QuWack: ZDB &#8211; R. da Barroca, 59, Bairro Alto, Sex 13 de Nov , 22.00h<br />
* Live set: Bass Clef (UK) + DJ Mr. Gasparov (ES/PT) + DJ Andre Wakko (BR/DE) &#8211; MusicBox<br />
R. Nova do Carvalho, 24, Cais de Sodré, Sáb 14 de Nov, 23.00h</span><br />
—<br />
É sob estes diferentes formatos que se propõe em Novembro, testar, expandir ideias e confrontar abordagens ou técnicas diferentes, no festival UM, que <em>afirma a <strong>hibridez — justaposição, síntese e transformação — de disciplinas e práticas criativas</strong>.</em><br />
—<br />
Mais informações:</p>
<p>http://www.1um1.net/</p>
<p>inscrições: info@1um1.net</p>
<br />Posted in :: pøst ::  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/lmlr.wordpress.com/293/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/lmlr.wordpress.com/293/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/lmlr.wordpress.com/293/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/lmlr.wordpress.com/293/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/lmlr.wordpress.com/293/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/lmlr.wordpress.com/293/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/lmlr.wordpress.com/293/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/lmlr.wordpress.com/293/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/lmlr.wordpress.com/293/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/lmlr.wordpress.com/293/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/lmlr.wordpress.com/293/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/lmlr.wordpress.com/293/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/lmlr.wordpress.com/293/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/lmlr.wordpress.com/293/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=lmlr.wordpress.com&amp;blog=1239310&amp;post=293&amp;subd=lmlr&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">UM-PRINT</media:title>
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	</item>
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		<title>:: Festival UM &#8211; Teresa Dillon ::</title>
		<link>http://lmlr.wordpress.com/2009/09/17/festival-um-teresa-dillon/</link>
		<comments>http://lmlr.wordpress.com/2009/09/17/festival-um-teresa-dillon/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 17 Sep 2009 11:27:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lribas</dc:creator>
				<category><![CDATA[:: pøst ::]]></category>

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		<description><![CDATA[TERESA DILLON — publicado na revista parq // download pdf — Teresa Dillon is an artist, researcher and director. She specializes in location-based installation, live performance and the development of intermedia art programmes. Since 2007 she has been creating projects &#8230; <a href="http://lmlr.wordpress.com/2009/09/17/festival-um-teresa-dillon/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=lmlr.wordpress.com&amp;blog=1239310&amp;post=281&amp;subd=lmlr&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>TERESA DILLON<br />
—<br />
<span style="font-size:xx-small;">publicado na <a href="http://www.parqmag.com/" target="_blank">revista parq </a>// <a href="http://lmlr.files.wordpress.com/2009/11/parqmag-um.pdf">download pdf</a><br />
—<br />
Teresa Dillon is an artist, researcher and director. She specializes in location-based installation, live performance and the development of intermedia art programmes.<br />
Since 2007 she has been creating projects in Portugal, working with Portuguese practitioners on N.I.P., a research and touring network for artists; public works such as Pop-Up Landscapes and the UM Festival.<br />
<a href="http://lmlr.files.wordpress.com/2009/11/parqmag-15-um.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-291" title="parqmag-15-um" src="http://lmlr.files.wordpress.com/2009/11/parqmag-15-um.jpg?w=500&#038;h=707" alt="" width="500" height="707" /></a><br />
© <a href="http://www.parqmag.com/" target="_blank">parqmagazine</a><br />
—<br />
In 2008 she established UM: International Festival for Experimental Intermedia, which takes place between 12-15 Nov 2009 across various venues in Lisbon. The event includes exhibitions, workshops, talks, concerts, performances and public works, with internationally renowned artists, musicians, academics, designers, architects and practitioners will be taking part this year.</span><br />
—<br />
Teresa Dillon é uma artista, investigadora e produtora. Especializa-se no desenvolvimento de performances, instalações e projectos de arte pública que articulam a dimensão local numa abordagem intermedia.<br />
Desde 2007, Teresa Dillon desenvolve em Portugal projectos internacionais que integram artistas locais, como &#8220;N.I.P.&#8221; uma rede e evento móvel para investigação e produção artística, o &#8221; Pop-Up Landscapes&#8221;, ou o Festival UM.<br />
—<br />
Estabelecido em 2008, este Festival Internacional para Intermédia Experimental, terá a sua segunda edição entre 12 e 15 de Novembro de 2009. O evento inclui exposições, workshops, conferências, concertos e obras públicas em diversos locais de Lisboa, reunindo artistas, designers, músicos, arquitectos e investigadores internacionais.<br />
—<span id="more-281"></span><br />
—<span style="font-size:xx-small;"><br />
<em>What is UM: International Festival of Experimental Intermedia all about?</em></span><br />
<span style="font-size:xx-small;">What makes UM different is it attempts to go beyond the limited concept of &#8216;media art&#8217;, as it&#8217;s meaning is too ambiguous and instead present &#8216;intermedia&#8217; practices, as a combination of art forms,  focusing on what is trying to be communicated and its implications. I am particularly interested in the &#8216;experimental&#8217;, in extending ideas and practices, bringing together different approaches and presenting them simultaneously. In 2009, UM will address the theme of &#8216;landscape&#8217; as an active, participatory process through which we construct our realities. The works selected explore this by considering the relationships that inform this construction, our perceptions and experiences. For example Julius von Bismarck&#8217;s, &#8216;Image Fulgurator&#8217; considers this in relation to image manipulation and subversion, André Gonçalves&#8217;s sound installation &#8216;Trigger Happy&#8217; looks at the history of canned laughter, John Klima&#8217;s work &#8216;The Great Game&#8217; focuses on information control and Staalplaat Sound System on perception, sound and physical space.</span><br />
—<br />
<em>O que define o festival UM: Festival Internacional para Intermedia experimental?</em><br />
O que torna o festival singular é a tentativa de ir além do conceito limitado de &#8220;media art&#8221;, cujo significado é demasiado ambíguo, e apresentar práticas &#8220;intermedia&#8221; como uma combinação de formas de arte, focando o que pretendem comunicar e as suas implicações. Estou particularmente interessada no &#8220;experimental&#8221; e em explorar ideias e práticas, juntando diferentes abordagens e apresentando-as simultaneamente. Em 2009, o festival UM trata o tema da paisagem como um processo activo e participatório, através do qual construímos as nossas realidades. Os trabalhos seleccionados exploram isso ao considerarem as relações que informam essa construção, as nossas percepções e experiências. Por exemplo, o trabalho de Julius von Bismarck, &#8220;Image Fulgurator&#8221; considera isto em relação à manipulação e subversão da imagem, a instalação sonora &#8220;Trigger Happy&#8221; de André Gonçalves olha para a história do &#8220;riso enlatado&#8221;, o trabalho de John Klima, &#8220;The Great Game&#8221; foca o controlo de informação e o Staalplaat Sound System aborda percepção, som e espaço físico.<br />
—<br />
<em><span style="font-size:xx-small;">How did UM start?</span><br />
</em><span style="font-size:xx-small;">I started to work in Portugal, as I met with  Ivan Franco (artist, Creative Director Y-Dreams) and he suggested that I bring N.I.P. &#8211; New Interfaces for Performance to Portugal. So from the beginning my work in Portugal was very tied to the people working here. In 2007, 2008 N.I.P. involved Portuguese artists such as André Gonçalves, André Sier, Rudolfo Quintas, as  well as Miguel Nabinho, Gallery curator Luis Silva, Clube Português de Artes e Ideias, Bomba Suicida, artists Vitor Joaquim and Laetitia Morais, Restart media school, Gulbenkian and so forth.<br />
It was a mixture of the people&#8217;s attitude, the critical style and approach I found here and the reception of my work, which lead to developing the first edition of UM in 2008, with the support of CADA (Centro de Artes Digitais Atmosferas). I always work with a Portuguese team, a regular collaborator is the young curator-producer, Margarida Mendes. This year artist-producer, Lígia Teixeira and architect-researcher, Catarina Simão are also involved. </span><br />
—<br />
<em>Como se iniciou o festival?</em><br />
Comecei a trabalhar em Portugal assim que conheci o Ivan Franco (artista e director criativo da Y-Dreams) que me sugeriu que trouxesse o N.I.P (New Interfaces for Performance) para Portugal. Logo, desde o início, o meu trabalho em Portugal estava muito ligado às pessoas que aqui trabalhavam. Em 2007 e 2008 o N.I.P. envolveu artistas portugueses como André Gonçalves, André Sier, Rudolfo Quintas, Miguel Nabinho, ou o curador Luís Silva, o Clube Português de Artes e Ideias, Bomba Suicida, os artistas Vitor Joaquim e Laetitia Morais, a escola Restart, a Fundação Gulbenkian, entre outros.<br />
Foi uma mistura da atitude das pessoas, da abordagem e estilo crítico que encontrei aqui, e da recepção do meu trabalho, que levou ao desenvolvimento da primeira edição do UM em 2008, com o apoio do Cada (Centro de Artes Digitais Atmosferas). Trabalho sempre com uma equipa portuguesa. Uma das colaboradoras regulares é a Margarida Mendes e, este ano, a produtora e artista Lígia Teixeira e a arquitecta e investigadora Catarina Simão estão também envolvidas.<br />
—<br />
<em><span style="font-size:xx-small;">Why Lisbon, Why Portugal?</span></em><br />
<span style="font-size:xx-small;">People, attitude, street life, perspective and warm skies! I have fallen in love with this place! I have been very lucky to meet people in Portugal who are trying to create, productive new situations here. Although conditions here can be culturally and artistically tough, they continue. Perhaps UM can contribute in some way to this survival process, by creating a space for showing interesting international work, a platform for Portuguese practitioners, and developing more critical spaces for intermedia and cross disciplinary thinking. So we will see what UM can do here!</span><br />
—<br />
<em>Porquê Lisboa, portugal?<br />
</em>As pessoas, a atitude, a vida urbana, a perspectiva e o céu quente! Apaixonei-me pelo lugar! Tive muita sorte em ter conhecido pessoas em Portugal que estão a atentar criar e produzir novas situações. Apesar de as condições poderem ser cultural e artisticamente difíceis, as pessoas continuam. Talvez o UM possa contribuir de alguma forma para para este processo de sobrevivência, ao criar um espaço interessante de apresentação de trabalho internacional, uma plataforma para criadores portugueses e ao desenvolver um espaço crítico para um pensamento interdisciplinar e intermedia. Logo, vamos ver o que o UM pode fazer aqui!<br />
—<br />
<em><span style="font-size:xx-small;"><br />
What is specific to this year&#8217;s festival&#8217;s strategy?</span><br />
</em><span style="font-size:xx-small;">This year the aim is to broaden the programme by selecting a wider range of work and practices, develop our audience and work with a range of institutions. The partnerships forming this year are therefore very important, plus building on links with existing local and international partners, namely Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, Goethe-Institut, Etic, ZDB in Lisbon, Berlin University of the Arts, and STEIM, The Netherlands. I should emphasizes that all this is done of a very, very tight budgets and with a small team, so good infrastructural support, lots of positive good will is necessary to make all this work!</span><br />
—<br />
<em>Qual a estratégia para 2009?</em><br />
Este ano o objectivo é alargar o programa, pela selecção de uma gama ampla de trabalhos e práticas, e desenvolver o público ao trabalhar com uma série de instituições. É de extrema importância formar parceiros este ano, e consolidar as ligações entre parceiros locais e internacionais, nomeadamente a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, Goethe-Institut, Etic, ZDB em Lisboa, e a Universidade das Artes de Berlim, ou o STEIM em Amesterdão. Devo sublinhar que tudo isto é feito com um orçamento, muito, muito apertado e uma equipa pequena, logo são precisas infra-estruturas de apoio, muita boa vontade e positivismo para fazer com que funcione!<br />
—<br />
<em><span style="font-size:xx-small;"><br />
What are your ambitions, certainties, uncertainties?</span></em><br />
<span style="font-size:xx-small;">To make a festival happen is a team effort, which requires hard cash and good supports. Ideally I would like to continue with the festival, so that it establishes itself on the scene here and develop the public art side of the programme. However I believe there needs to be more considered and sustained approaches to cultural investment in Portugal. In spite of the difficulties there are people deciding to stay and also coming to live and work here too. This hopefully will create new possibilities but requires changes and investments to be made. For me, good things take time, even lifetimes, risk and uncertainty is part of how it rocks, so we shall see how all this rolls. Keep it positive and ninja, I reckon!</span><br />
—<br />
<em>Ambições futuras, certezas e incertezas?</em><br />
Fazer um festival é um trabalho de equipa que requer &#8220;dinheiro duro&#8221; e bons apoios… Idealmente gostaria de continuar com o festival e estabelece-lo cenário local, e desenvolver a componente de arte pública do programa. No entanto, acredito que há a necessidade de maior consideração e sustentação nas abordagens ao investimento cultural em Portugal. Apesar das dificuldades, existem pessoas que decidem ficar ou que vem trabalhar aqui. Isto pode pode criar novas possibilidades, mas que requer mudança e investimento. As coisas boas levam tempo, até uma vida… o risco e incerteza fazem parte do processo, e vamos ver como se desenrola… Keep it positive and ninja, I reckon!<br />
<span style="font-size:xx-small;"><br />
<em>publicado na revista parq</em></span></p>
<br />Posted in :: pøst ::  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/lmlr.wordpress.com/281/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/lmlr.wordpress.com/281/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/lmlr.wordpress.com/281/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/lmlr.wordpress.com/281/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/lmlr.wordpress.com/281/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/lmlr.wordpress.com/281/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/lmlr.wordpress.com/281/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/lmlr.wordpress.com/281/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/lmlr.wordpress.com/281/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/lmlr.wordpress.com/281/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/lmlr.wordpress.com/281/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/lmlr.wordpress.com/281/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/lmlr.wordpress.com/281/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/lmlr.wordpress.com/281/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=lmlr.wordpress.com&amp;blog=1239310&amp;post=281&amp;subd=lmlr&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>:: Ars Electronica 2009 ::</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Sep 2009 16:29:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lribas</dc:creator>
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		<category><![CDATA[txt luísa ribas]]></category>

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		<description><![CDATA[30 anos de Ars Electronica: Introspecção, retrospecção, prospecção — Este ano o Festival Ars Electronica celebrou 30 anos de existência, afirmando uma posição de liderança na intersecção entre Arte, Tecnologia e Sociedade. Linz, a cidade austríaca que aloja o festival &#8230; <a href="http://lmlr.wordpress.com/2009/09/16/ars-electronica-2009/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=lmlr.wordpress.com&amp;blog=1239310&amp;post=269&amp;subd=lmlr&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>30 anos de Ars Electronica:<br />
Introspecção, retrospecção, prospecção</strong></em></p>
<p>—<br />
<span style="color:#808080;"><strong><em>E</em></strong><em><strong>ste ano o Festival Ars Electronica celebrou 30 anos de existência, afirmando uma posição de liderança na intersecção entre Arte, Tecnologia e Sociedade. Linz, a cidade austríaca que aloja o festival foi igualmente protagonista, como Capital Europeia da Cultura, graças ao papel do festival na construção de um território de reflexão e produção, uma actividade dedicada a &#8220;preparar as pessoas para o futuro&#8221;.</strong></em><br />
<span style="color:#000000;">—<br />
Nas palavras de um dos actuais directores artísticos do Ars Electronica, Gerfried Stocker, o festival celebra actualmente as visões sonhadas de uma transformação cultural que agora se revela possível, conquistada com o trabalho de artistas, investigadores e académicos que se dedicam a pensar tópicos relevantes para a sociedade, deslocando-os para fora do gueto intelectual.</span></span></p>
<p><img class="alignnone" src="http://farm4.static.flickr.com/3507/3902862211_a4abba1317.jpg" alt="" height="110" /><img class="alignnone" src="http://farm3.static.flickr.com/2477/3903643900_de05be0f6d.jpg" alt="" height="110" /><img class="alignnone" src="http://farm4.static.flickr.com/3002/3903641516_a954465f9f.jpg" alt="" height="110" /><img class="alignnone" src="http://farm4.static.flickr.com/3524/3902855751_f050000046.jpg" alt="" height="110" /><img class="alignnone" src="http://farm4.static.flickr.com/3482/3903563126_a03f291e6e.jpg" alt="" height="110" /></p>
<p><span id="more-269"></span></p>
<p><span style="color:#000000;"><span style="color:#000000;">—</span><br />
<em>Natureza Humana, 30 anos e o futuro</em><br />
—<br />
O peso deste percurso, faz-se sentir no tema: &#8220;Natureza Humana&#8221;. Uma visão antropocêntrica sobre o impacto massivo das acções e realizações humanas sobre o ambiente, um mundo em mudança e uma visão da humanidade em mudança. O olhar dirige-se não só sobre as consequências mas com consequência, sugerindo a inevitabilidade de pensar o futuro sob o prisma da convergência entre arte ciência e tecnologia. Curiosamente em concordância com o mote lançado para o festival Transmediale (Berlim) que terá lugar no início de 2010 sob a ideia de &#8220;futuridade&#8221;.</span></p>
<p>Esta edição do festival reflecte duplamente sobre a consequência de um percurso de 30 anos, e sobre a consequência mais alargada das acções humanas. O &#8220;History Lounge&#8221; cumpre a primeira vertente, tanto nas &#8220;History Talks&#8221; como nas apresentações de um conjunto de contribuições que ajudaram a moldar o festival, versando desde a demonstração do Synthesizer que Robert Moog constrói em 1957 com base nas ideias de Max Brand, até &#8220;Life Writer&#8221; (2006), de Christa Sommerer e Laurent Mignonneau, uma máquina de escrever interactiva que produz vida artificial, ou ainda no projecto de mapeamento dos prémios Ars Electronica.</p>
<p>A segunda vertente desenvolve-se num simpósio e numa exposição que, sob o título Human Nature, reúne abordagens artísticas e design especulativo. A diversidade de aproximações reflecte-se tanto no carácter simbólico da performance &#8220;Shrink&#8221; de Lawrence Malstaf, que literalmente isola os performers no vácuo, ou no carácter exploratório, testando possibilidades futuras, como em &#8220;Soil Clock&#8221; de Marieke Staps, um relógio alimentado a lama.</p>
<p><a href="http://read0nlymem0ry.files.wordpress.com/2009/09/maxbsynthesizer_low.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-660" title="_MAXBsynthesizer_low" src="http://read0nlymem0ry.files.wordpress.com/2009/09/maxbsynthesizer_low.jpg?w=500&#038;h=281" alt="_MAXBsynthesizer_low" width="500" height="281" /></a></p>
<p><a href="http://read0nlymem0ry.files.wordpress.com/2009/09/shrinkbrucknerhouse_low2.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-659" title="Shrink@brucknerhouse_low" src="http://read0nlymem0ry.files.wordpress.com/2009/09/shrinkbrucknerhouse_low2.jpg?w=500&#038;h=276" alt="Shrink@brucknerhouse_low" width="500" height="276" /></a></p>
<p>—<br />
<span style="color:#808080;"><em><strong>Prospectos do mundo global</strong></em></span><br />
—<br />
O tema reflecte-se sob outro prisma no Projecto “80+1 – A Trip around the World”  que toma o mote de Jules Verne ao percorrer cerca de 20 locais no mundo, usando como &#8220;meio de transporte&#8221; as tecnologias de comunicação. Os locais de paragem incluem cidades na Índia, China, Paquistão, Bangladeche, Estados Unidos e Europa, que melhor representam os tópicos de reflexão propostos, como o envelhecimento da população, a diversidade biológica, educação, identidade, migração, entre outras preocupações do nosso &#8220;futuro global&#8221;, tratados em projectos artísticos e académicos.</p>
<p>Paralelamente o simpósio &#8220;Cloud Intelligence&#8221; &#8211; o 81º dia do projecto &#8211; usa a nuvem como metáfora da inteligência colectiva, partilhada em rede, potenciada pelas actuais redes e plataformas de comunicação. Analisa-se aqui a explosão de comunidades digitais, nomadismo digital, redes e nichos sociais como um novo nível de globalização que permite a partilha e disseminação de ideias para a reflexão sobre problemas locais a uma escala global.</p>
<p>—<br />
<span style="color:#808080;"><em><strong>O centro de uma capital [ou a capital de um centro]</strong></em></span><br />
—<br />
O peso do festival no estatuto de Linz como capital europeia da cultura, revê-se na abertura do novo Centro Ars Electronica. Inaugurado em Janeiro de 2009, o centro é um marco desta edição, propondo um conjunto de abordagens especulativas ao diálogo e articulação entre arte, tecnologia e sociedade, em duas vertentes: a Investigação e Desenvolvimento e a Expositiva. Não só se expõe trabalhos que exploram temas relevantes, como se inclui a criatividade e produção efectiva desenvolvida pelo <em>FutureLab.</em></p>
<p>A galeria principal inclui 4 laboratórios numa exposição de &#8220;novas visões sobre a humanidade&#8221;: BrainLab, BioLab, RoboLab and FabLab, que versam formas de modelar a natureza e cultura humana. O espaço da galeria procura proporcionar aos visitantes uma interacção efectiva com propostas inovadoras na articulação entre arte, ciência e tecnologia.</p>
<p>A componente &#8220;Pixelspaces&#8221; deste ano, o simpósio anual organizado pelo <em>Ars Electronica Futurelab</em>, sublinha a ideia de passagem do  do &#8220;Do it yourself&#8221; para o &#8220;Do it together&#8221;, i.e., dedica-se a novas ligações, ainda não institucionalizadas, entre disciplinas e formas de expressão que daí advém. O mote afirma a convergência entre disciplinas, que individualmente já não conseguem dar resposta à complexidade das questões actuais, mas sim no colectivo, na interdisciplinaridade, tal como ilustram os projectos em domínios plurais como o &#8220;Future of Retail&#8221;, os Labs, o DeepSpace ou o projecto da fachada do Centro Ars Electronica.</p>
<p>A complementar a identidade deste museu do futuro, a fachada do edifício reforça a ideia de mutabilidade e transformação, com projectos de artistas e escolas convidados a usar os 40 mil LEDs da superfície de vidro da fachada, segundo 3 programas: música de fachada, interact! e experiências visuais.</p>
<p><a href="http://read0nlymem0ry.files.wordpress.com/2009/09/aecenter_hall_low1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-663" title="AECenter_hall_low" src="http://read0nlymem0ry.files.wordpress.com/2009/09/aecenter_hall_low1.jpg?w=500&#038;h=281" alt="AECenter_hall_low" width="500" height="281" /></a></p>
<p>O DeepSpace define-se como um espaço imersivo desenvolvido pelo Futurelab, que propõe uma experiência perceptiva proporcionada pelo som 3D stereo e sistema de projecção de alta definição. Do espectro alargado de projectos artísticos, históricos ou narrativas interactivas, salienta-se a instalação audiovisual Data.Tron [8k enhanced Version] de Ryoji Ikeda (JP), uma abstracção audiovisual calculada por princípios matemáticos, que aumenta e intensifica a percepção de imersão.</p>
<p><a href="http://read0nlymem0ry.files.wordpress.com/2009/09/datatrondeepspace_low.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-664" title="DataTron@deepspace_low" src="http://read0nlymem0ry.files.wordpress.com/2009/09/datatrondeepspace_low.jpg?w=500&#038;h=262" alt="DataTron@deepspace_low" width="500" height="262" /></a></p>
<p>Das restantes exposições do centro destaca-se o papel triplo de &#8220;Artistas, Criadores, e Engenheiros&#8221; que preencheram as actividades do Ars Electronica ao longo de 30 anos, numa exposição de &#8220;Device Art&#8221; que articula arte, design, tecnologia, ciência e entretenimento. O &#8220;Knock! Music Program&#8221; de Nobumichi Tosa ilustra a aproximação com um programa que usa, passo a passo, o princípio de uma batuta alimentada por 100V e os mais díspares objectos passíveis de produzir som. Outro exemplo é a sua fabulosa série &#8220;Tsukuba&#8221; de instrumentos absurdos.</p>
<p><a href="http://read0nlymem0ry.files.wordpress.com/2009/09/knockmusicprogram_low.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-665" title="Knock!musicprogram_low" src="http://read0nlymem0ry.files.wordpress.com/2009/09/knockmusicprogram_low.jpg?w=500&#038;h=277" alt="Knock!musicprogram_low" width="500" height="277" /></a></p>
<p><a href="http://read0nlymem0ry.files.wordpress.com/2009/09/tsukuba-series_low1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-667" title="Tsukuba-series_low" src="http://read0nlymem0ry.files.wordpress.com/2009/09/tsukuba-series_low1.jpg?w=500&#038;h=332" alt="Tsukuba-series_low" width="500" height="332" /></a></p>
<p>Existe ainda espaço para abordar a &#8220;Poesia do Movimento&#8221; expondo máquinas que recusam o papel instrumental, de ferramenta, e preferem assumir-se como máquinas &#8220;absolutas&#8221;, que exploram a sua própria natureza automática e maquinal, como &#8220;Quartet&#8221; de Jeff Lieberman e Dan Paluska (US) que produz música com bolas de ping-pong, as incríveis estruturas andantes de Theo Jansen (apresentadas em documentação) ou o conjunto de frágeis máquinas, minimais e delicadas, de Arthur Ganson, como a &#8220;cadeira pensante&#8221; que finge andar.</p>
<p><a href="http://read0nlymem0ry.files.wordpress.com/2009/09/quartet_low.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-668" title="Quartet_low" src="http://read0nlymem0ry.files.wordpress.com/2009/09/quartet_low.jpg?w=500&#038;h=281" alt="Quartet_low" width="500" height="281" /></a></p>
<p><a href="http://read0nlymem0ry.files.wordpress.com/2009/09/thinkingchair_low.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-669" title="ThinkingChair_low" src="http://read0nlymem0ry.files.wordpress.com/2009/09/thinkingchair_low.jpg?w=500&#038;h=281" alt="ThinkingChair_low" width="500" height="281" /></a></p>
<p>—<br />
<span style="color:#808080;"><em><strong>Investigações e artes cibernéticas [prémios]</strong></em></span><br />
—<br />
Os prémios dividem-se em oito categorias, e os projectos relativos são apresentados em diferentes vertentes do festival. A &#8220;animação computacional&#8221; tem um <em>showcase</em> próprio. Os projectos de &#8220;Comunidades Digitais&#8221;, &#8220;Under19-freestyle computing&#8221;, ou da bolsa &#8220;The Next Idea&#8221; dividem-se pelo Centro e pela Brucknerhouse. A categoria &#8220;Media.Art.Research&#8221; é atribuída a projectos de investigação académica pelo Instituto Ludwig Boltzmann, que este ano,  sob o tema “Relações entre som e imagem na arte audiovisual&#8221;, premiou o livro &#8220;Eye hEar&#8221; de Simon Shaw-Miller.</p>
<p>Sob o título &#8220;See This Sound&#8221; o tema enquadra um projecto de investigação do Instituto, e desenvolve-se num simpósio, exposição e num vasto arquivo <em>on-line</em>, de documentos e obras sobre o amplo terreno das relações entre som e imagem na arte, media e percepção.</p>
<p>No simpósio reúnem-se artistas e investigadores como Golan Levin, ou David Rokeby. A exposição, apresentada no Lentos &#8211; Museu de arte de Linz, traça uma perspectiva transversal, desde as contaminações entre formas de arte, cruzamento de media e exploração de modos de percepção, à omnipresença actual de produtos e experiências audiovisuais. Dos desenhos de estudo formal de Hans Richter, experiência com transcrição óptica do som de Oskar Fischinger e Rudolf Pfenninger, à arte intermedia de Nam June Paik, ou à transdiciplinaridade da arte sonora de Max Neuhaus, passando pelas abstracções reactivas de Lia ou traduções de Carsten Nicolai… num rol infindável de obras únicas, algumas lamentavelmente apenas documentadas.</p>
<p><a href="http://read0nlymem0ry.files.wordpress.com/2009/09/sts-exposicao_low.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-670" title="STS-exposição_low" src="http://read0nlymem0ry.files.wordpress.com/2009/09/sts-exposicao_low.jpg?w=500&#038;h=281" alt="STS-exposição_low" width="500" height="281" /></a></p>
<p><a href="http://read0nlymem0ry.files.wordpress.com/2009/09/sts-nam-june-paik_low.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-671" title="STS-nam-june-paik_low" src="http://read0nlymem0ry.files.wordpress.com/2009/09/sts-nam-june-paik_low.jpg?w=500&#038;h=283" alt="STS-nam-june-paik_low" width="500" height="283" /></a></p>
<p><a href="http://read0nlymem0ry.files.wordpress.com/2009/09/sts-carsten-nicola-modelodevisualizacao2001_low.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-672" title="STS-carsten nicola-modelodevisualização2001_low" src="http://read0nlymem0ry.files.wordpress.com/2009/09/sts-carsten-nicola-modelodevisualizacao2001_low.jpg?w=500&#038;h=277" alt="STS-carsten nicola-modelodevisualização2001_low" width="500" height="277" /></a></p>
<p>Os projectos de arte interactiva, arte híbrida e algumas instalações enquadradas na categoria de música digital, encontram-se na exposição CyberArts, No OK &#8211; centro de arte contemporânea. O projecto de Bill Fontana, &#8220;Speeds of Time&#8221;, um mapa sonoro escultural dos sinos do Big-Ben, teve o &#8220;Golden Nica&#8221; de &#8220;música digital&#8221;. Na &#8220;Arte Híbrida&#8221; reflecte-se a convergência entre arte e ciência no projecto &#8220;Natural History of the Enigma&#8221; em que Eduardo Kac cria uma &#8220;Edunia&#8221; introduzindo o seu DNA numa Petúnia. A experiência do &#8220;Nemo Observatorium&#8221; de Lawrence Malstaf, uma cápsula em que nos colocamos no &#8220;centro&#8221; de um ciclone, premiado na categoria de Arte Interactiva, define-se como proposta simbólica de meditação.</p>
<p><a href="http://read0nlymem0ry.files.wordpress.com/2009/09/nemo-observatorium_low.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-674" title="Nemo-observatorium_low" src="http://read0nlymem0ry.files.wordpress.com/2009/09/nemo-observatorium_low.jpg?w=500&#038;h=273" alt="Nemo-observatorium_low" width="500" height="273" /></a></p>
<p>Nas menções honrosas destaca-se a instalação de Julius von Bismarck e Benjamin Maus, “Perpetual Storytelling Apparatus”, um dispositivo, e método, para revelar as ligações entre patentes de invenções, percorrendo milhoes de patentes pelas suas referências e produzindo um registo gráfico infindável de misteriosos desenhos associados. Com &#8220;Default to Public&#8221;, Jens Wunderling transpõe mensagens do Twitter para o espaço público físico, e revela assim que o entendimento de espaço público se altera entre estas esferas.</p>
<p><a href="http://read0nlymem0ry.files.wordpress.com/2009/09/perpetualstorytellingaparatus_1_low.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-675" title="PerpetualStorytellingAparatus_1_low" src="http://read0nlymem0ry.files.wordpress.com/2009/09/perpetualstorytellingaparatus_1_low.jpg?w=500&#038;h=400" alt="PerpetualStorytellingAparatus_1_low" height="400" /></a><a href="http://read0nlymem0ry.files.wordpress.com/2009/09/perpetualstorytellingaparatus_2_low.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-676" title="PerpetualStorytellingAparatus_2_low" src="http://read0nlymem0ry.files.wordpress.com/2009/09/perpetualstorytellingaparatus_2_low.jpg?w=500&#038;h=400" alt="PerpetualStorytellingAparatus_2_low" height="400" /></a></p>
<p>Alguns dos trabalhos revelam a eminente diluição das categorias instituídas, reflectem uma crescente hibridez —no cruzamento de disciplinas e formas de expressão que daí emergem— e resistem a um estatuto definido ou definitivo. Tendencialmente, a noção de interacção abandona a comum aplicação do termo à situação &#8220;homem-máquina&#8221; para a implicar ou efectivar no processo e sistema inerente às obras. A indicação &#8220;por favor não tocar&#8221; talvez nunca tenha sido tão usado nesta exposição…</p>
<p><a href="http://read0nlymem0ry.files.wordpress.com/2009/09/x-naotocar_low.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-677" title="x-NaoTocar_low" src="http://read0nlymem0ry.files.wordpress.com/2009/09/x-naotocar_low.jpg?w=499&#038;h=276" alt="x-NaoTocar_low" width="499" height="276" /></a></p>
<p>As estratégias presentes assumem um carácter mais discursivo e programático, afastando-se da mera exploração das possibilidade dos dispositivos. &#8220;The New York Times Special Edition&#8221; (de Steve Lambert) é um bom exemplo de um projecto que, simplesmente construindo uma edição especial do jornal, após a eleição de Barack Obama com notícias fictícias, que teve um impacto massivo no público. O jornal, editado com data futura, foi entendido como uma visão, um programa para um futuro possível.</p>
<p><a href="http://read0nlymem0ry.files.wordpress.com/2009/09/newyorktimesspecialedition_low.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-678" title="NewYorkTimesSpecialEdition_low" src="http://read0nlymem0ry.files.wordpress.com/2009/09/newyorktimesspecialedition_low.jpg?w=500&#038;h=281" alt="NewYorkTimesSpecialEdition_low" width="500" height="281" /></a></p>
<p>É com esta ideia da inevitabilidade de projectar o futuro, de pensar as &#8220;consequências&#8221; da nossas acções e de definir programas &#8220;consequentes&#8221;, no discurso e na acção, que esta edição celebrou os 30 anos de um percurso que se propõe como motor de uma verdadeira transformação cultural.</p>
<p>—<br />
<a href="http://www.aec.at/humannature/en/">http://www.aec.at/humannature/en/</a><br />
—<br />
[TXT LR]</p>
<p>—<br />
<span style="font-size:x-small;"><br />
<em>[…]</em><br />
O OK center dividida o espaço entre a exposição &#8220;CyberArts&#8221; e a exposição &#8220;Thrill of the heights&#8221; no âmbito da capital europeia da cultura &#8211; Arte nos telhados de Linz &#8211; com uma estrutura gigante de madeira que permitia percorrer e contemplar a vista dos telhados, e uma espantosa Roda Gigante instalada no telhado, que com certeza nos lança novas perspectivas sobre a cidade.</span><br />
<a href="http://read0nlymem0ry.files.wordpress.com/2009/09/thrillofthehights_low.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-685" title="ThrillOfTheHights_low" src="http://read0nlymem0ry.files.wordpress.com/2009/09/thrillofthehights_low.jpg?w=500&#038;h=281" alt="ThrillOfTheHights_low" width="500" height="281" /></a></p>
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		<title>:: Futures places… ::</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Jul 2009 11:55:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lribas</dc:creator>
				<category><![CDATA[:: pøst ::]]></category>

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		<description><![CDATA[Futures places of action and transformation. The starting point is an intrigue. The very title of the festival “Future Places” intrigues by its effect of both ‘displacing’ us from the present and ‘placing’ us in the local. This projection forward &#8230; <a href="http://lmlr.wordpress.com/2009/07/01/futures-places%e2%80%a6/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=lmlr.wordpress.com&amp;blog=1239310&amp;post=259&amp;subd=lmlr&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Futures places of action and transformation.</em></strong><br />
<img class="alignnone size-full wp-image-264" title="casa da musica" src="http://lmlr.files.wordpress.com/2009/07/2853662356_bae5655eb4_o.jpg?w=500&#038;h=377" alt="" width="500" height="377" /></p>
<p>The starting point is an intrigue. The very title of the festival “Future Places” intrigues by its effect of both ‘displacing’ us from the present and ‘placing’ us in the local. This projection forward and anchoring in place drives us to consider this title as an interrogation and reflect on its implications. A suggestive overture that encourages, not so much a quest for fixed answers, but an opening up to a space of inquiry and investigation, rehearsing possible approaches and insights by unlocking them.</p>
<p>In the festival’s motto the “cause and effect” dialectic is called-in to question how digital media can shape local cultures and how they can be shaped by them. In other words, how can they form culture, and what forces and agents drive the local cultures’ approaches to digital media. Bearing on this idea we now propose a view of the festival that surpasses the more evident surface manifestations of this question, and concentrate on the creative discourses that arise from it — the ones that address digital and computational technology in the creative realm, its potential for aesthetic creation in artistic and designerly ways.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-263" title="2904232523_ff728b413e_o" src="http://lmlr.files.wordpress.com/2009/07/2904232523_ff728b413e_o.jpg?w=500&#038;h=145" alt="2904232523_ff728b413e_o" height="145" /></p>
<p><span id="more-259"></span></p>
<p>Some examples among the diversity of works and initiatives that integrated the festival then come to mind, such as the distinguished projects of Filipe Pais Ferreira’s “Living Room Plankton”, that visually outputs the organic behavior of a artificial organism in its reactive performance to an environment, or the work of Rudolfo Quintas, “Burning the Sound” that in a ritualistic manner uses fire and gesture as the basis for a visually amplified sound art performance. In a somewhat similar manner Ivan Franco’s performance, based on an instrumental interface that responds to natural bodily gesture, emphasizes the possible ways of approaching natural interaction processes in interfaces for creative expression.</p>
<p>Although diverse in nature these works can be related in the way they explore their inherently auto-referential, abstract character. As Levin (2003) argues, they can be seen as <em>“abstract computational art-systems that address, as their subject matter, dynamism (the way things change over time), interactivity (the character of the feedback loop established with a user), and processuality (the character of algorithmic processes)…”. </em>Another relevant aspect involves the way the senses are addressed in these works, through the combination and crossings of sensory modalities, as they <em>“extend the creation of form across sensory modalities without necessarily promoting a tight coupling of multisensory events”</em> (Hertz et. al., 2001). Different relations between sensory inputs and outputs are articulated, be it in an audiovisual performance, a visually augmented sound performance or, as in Ferreiras’ work, by gathering sensory data (as temperature, sound, light variations) and integrating it in the causal chain of reactions that originates an ever-changing visual output.</p>
<p>The above works explore the emergence of meaning with processed based strategies, or the way these systems organize data, proposing new forms of user engagement in the way they structure user’s experience of this data. This path of reflection was then extended with the “Active Media” workshop, conducted by Boris Debackere and Steven Devleminck from the Transmedia Program in Arts, Media and Design (Brussels) that proposed to explore the principles of generative processes by mapping a chosen system. The concept of mapping is here paramount — as a more objective or subjective process, selective and essentially arbitrary. As Manovich (2002a)states, it gives us the possibility to create<em> meaningful aesthetic manifestations of phenomena that normally fall outside the scale of human senses, human perception and cognition</em>.</p>
<p>By confronting the previous works with the workshop proposition, we can then evoke what Christiane Paul refers to as an “art of relation”:</p>
<p><em>“The aesthetics of digital culture can be explorations of what relations in the virtual space of the computer are about and a communication of those explorations back to our physical space and time. (…) Digital media lend themselves best to an art of relation and to imagining topographies of relations that transgress those of the physical world”. </em>(Paul, 2005)</p>
<p>.</p>
<p>This idea of an “art on relation” underlines the blending of media spaces and categories that the aforementioned elements of the festival reveal, and that is tied to the very notions that navigate the margins of the term media.<a href="#_ftn1">[1]</a> These notions indicate a disturbance around the conception of medium that has been radicalized in the late 20th century by digital and computational technology. As “intermedia” cedes way to “transmedia”<a href="#_ftn2"><sup>[2]</sup></a> another question arises with the focus on the “active” nature of media that relates to Manovich’s program of a “post-media aesthetics”.</p>
<p>These ‘inter’ and ‘transmedia’ conceptions reflect that the reality of art practices persistently defies and operates outside the established conceptual and institutional boxes, transgressing and crossing their boundaries. These conceptions can somewhat be illustrated by the works of Ivan Franco or Rudolfo Quintas. Their intermedia nature can be recognized in that they interrelate and merge media categories, as their “<em>compositional process works across the boundaries between media, or even fuses media, implying structures that are shared by or translated from one medium to another”</em> (Hertz et. al.). The transmedia conception entails that they transcend the notion of media specificity. In distinct ways, these two notions conceptually reflect the potential “transformative” quality implicit to digital and computational media.</p>
<p>Manovich (2002b) develops a parallel line of thought that completes the idea of a “medium in crisis” as a threat to the traditional idea of medium.<a href="#_ftn3"><sup>[3]</sup></a> Therefore, and to adequately address the contemporary computer mediated culture, a “post-media aesthetics” is required — one that, among other aspects, updates the information communication model including the notion of software <a href="#_ftn4"><sup>[4]</sup></a> underlining the “<em>active role technology plays in cultural communication”</em> (Manovich, 2002b). This active role is translated in the notion of “active media” that the workshop proposed to explore: “<em>media do not represent, they generate</em>&#8221; as Debackere and Devleminck affirm, suggesting an understanding of media as <em>&#8220;ephemeral: transforming and growing systems in themselves&#8221;</em>.</p>
<p>In sum, the reality of the diverse creative works that the festival confronted us with, specially those who foreground their active, transformative and participatory qualities, illustrate the questioning that the notions gravitating around the term media entail: a shift in their very nature and consequently on the categories that we use to frame and understand them. By underlining the active role technology plays in cultural communication, by exploring the inter-spaces between media categories and by transcending them, we find our “future places” as places of action and transformation.</p>
<p>Returning to Brzyski’s discussion on the blurring and crossing of established taxonomical categories:</p>
<p><em>&#8220;If inter-relationship posits engagement between terms (nations, disciplines, media), then trans-relationship creates a vision of transcendence of the system, a utopian state of disengagement that nonetheless affirms the system as real. (…) Here as with the inter-terms, in order to transcend one must have something to rise above. Without the referents of nation, discipline or medium, there can be no trans-nationality, trans-disciplinarity, or trans-mediality.&#8221; (</em>Brzyski, 2008)</p>
<p>In fact, this statement, might also be understood as a metaphor of the perspective that the Future Places Festival established, by both acting on the &#8220;inter&#8221; and &#8220;outside&#8221; level of its its referents (digital media, place, local culture), or by addressing the engagement between them and their very transcendence.</p>
<p>With its international call, its transversal view on a diversity of projects, and by pervading public spaces and staging festival activities in diverse contexts, the festival reveals, investigates and questions what is already happening in terms of the potential and impact of digital media on local cultures. In the context of “Future Places”, the over-quoted statement by William Gibson gains new sense: “<em>The future is already here, it&#8217;s just unevenly distributed.”</em></p>
<p>.</p>
<p><span style="font-size:xx-small;"><br />
Brzyski, Anna. <em>New Media, Old Media, Inter-Media, Trans-Media: A Historic Perspective</em>. Journal of the New Media Caucus Vol. 04.N. 01, 2008.</span></p>
<p><span style="font-size:xx-small;">Hertz, Paul, et al. <em>Erasing Boundaries: Intermedia Art in the Digital Age</em>. Panel Presentation N-Space Art Gallery SIGGRAPH, 2001.</span></p>
<p><span style="font-size:xx-small;">Levin, Golan. <em>Essay for Creative Code</em>. Flong, 2003. &lt;http://www.flong.com/texts/essays/essay_creative_code/&gt;.</span></p>
<p><span style="font-size:xx-small;">Manovich, Lev. <em>Data Visualisation as New Abstraction and Anti-Sublime</em>. Manovich.net. 2002a. &lt;http://www.manovich.net/DOCS/data_art_2.doc&gt;. (08-10-2008 )</span></p>
<p><span style="font-size:xx-small;">Manovich, Lev. &#8220;Post-Media Aesthetics.&#8221; In <em>What&#8217;s in a Name</em>. Ed. Herman Asselberghs. Vol. 01. Transmedia Texts Series. Brussels: Hogeschool Sint-Lukas, 2002b. pp. 12-20.</span></p>
<p><span style="font-size:xx-small;">Paul, Christiane &#8211; &#8220;Intermedia in the Digital Age&#8221;. In <em>Intermedia: Enacting the Liminal</em>. Breder, Hans, and Klaus-Peter Busse (ed.). Dortmunder Schriften zur Kunst, Intermedia-Studien, Vol. 1. Norderstedt: Books on Demand GmbH, 2005. pp. 37-50.</span></p>
<hr size="1" /><span style="font-size:xx-small;"><a href="#_ftnref">[1]</a> Some of which might be traced back to various artistic practices defined as new art forms in the middle of the 20th century — such as the concept of intermedia popularized by Dick Higgins.</span></p>
<p><span style="font-size:xx-small;"><a href="#_ftnref"><sup>[2]</sup></a> As Anna Brzyski (2008) points out in her discussion of the various prefixes to the term media.</span></p>
<p><span style="font-size:xx-small;"><a href="#_ftnref"><sup>[3]</sup></a> Manovich reveals the limitations of the concept in addressing a true understanding of contemporary digital culture. On the material level, computerization entails the shift from separate representational and inscription media to a computer &#8216;metamedium&#8217;, having as effect the liberation of the techniques of a particular media from its material and tool specificity — a shift from representation to transformation anchored on the idea that <em>“mapping one data set into another, or one media into another, is one of the most common operations in computer culture”</em> (Manovich, 2002a). As a result, on the aesthetic level, the “<em>traditional strong link between the identity of an art object and its medium becomes broken</em>” (Manovich,2002b).</span></p>
<p><span style="font-size:xx-small;"><a href="#_ftnref"><sup>[4]</sup></a> (Author’s and reader’s software) as notions that overwrite the traditional view of the &#8220;passive&#8221; nature of medium.</span></p>
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		<title>:: Transmediale 09 ::</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Feb 2009 09:22:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lribas</dc:creator>
				<category><![CDATA[:: pøst ::]]></category>

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		<description><![CDATA[TRANSMEDIALE 09 &#8220;burning the sound — breaking the ice&#8221; - (uma versão deste texto foi publicada na revista parq n.10 — descarregar PDF) _ _ O festival Transmediale: festival internacional para arte e cultura digital, apresenta anualmente em Berlim posições &#8230; <a href="http://lmlr.wordpress.com/2009/02/25/transmediale-09/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=lmlr.wordpress.com&amp;blog=1239310&amp;post=249&amp;subd=lmlr&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>TRANSMEDIALE 09</strong><br />
<em>&#8220;burning the sound  — breaking the ice&#8221;</em><br />
-<br />
<em><span style="color:#888888;"> <span style="color:#888888;">(uma versão deste texto foi publicada na revista </span></span><span style="color:#888888;"><a href="http://www.parqmag.com/" target="_blank">parq n.10</a> — descarregar <a href="http://lmlr.files.wordpress.com/2009/02/parqmag10_transmediale.pdf">PDF</a>)</span></em><br />
_<br />
<img class="alignnone" title="transmediale exhibition" src="http://farm4.static.flickr.com/3457/3271733202_75d4c7dd7c.jpg?v=0" alt="" height="80" /><img class="alignnone" title="kkb installation" src="http://farm4.static.flickr.com/3324/3270926943_97f052ab12.jpg?v=0" alt="" height="80" /><img class="alignnone" title="cafe global" src="http://farm4.static.flickr.com/3472/3271759910_e051e3219d.jpg?v=0" alt="" height="80" /></p>
<p>_<br />
<strong><em>O festival Transmediale: festival internacional para arte e cultura digital, apresenta anualmente em Berlim posições artísticas que reflectem sobre o impacto sócio-cultural das tecnologias. Este ano, distinguindo usos criativos da tecnologia e práticas artísticas que exploram e reflectem sobre as mudanças trazidas pelas transformações ecológicas, premiou o Projecto &#8220;Burning the Sound&#8221; de Rudolfo Quintas (pt).</em></strong></p>
<p><img class="alignnone" title="award" src="http://farm4.static.flickr.com/3325/3255232488_fba882f961.jpg?v=1233820155" alt="" height="140" /><img class="alignnone" title="burning the sound" src="http://farm4.static.flickr.com/3055/2946396693_53fea8123b.jpg" alt="" height="140" /><br />
_<br />
<span id="more-249"></span><br />
Tendo como local principal a [HKW] Haus Der Kulturen Der Welt (casa das culturas do mundo) o festival decorreu  entre 27 (Jan.) a 01 (Fev.) dividindo-se em diferentes núcleos. Iniciado como um festival ancorado no filme de vídeo rapidamente  assumiu uma perspectiva &#8220;transmedia&#8221;, em 1998, dedicando-se à arte e cultura digital. Actualmente integra a exposição, o programa de conferências, performances e apresentações em registo informal no &#8220;café global&#8221; e o &#8220;Salon&#8221;, neste ano &#8220;digital greehouse&#8221;— um dos formatos mais estimulantes de apresentação e discussão de projectos.</p>
<p>Nesta edição o tema &#8220;Deep North&#8221; lançou o desafio de repensar a cultura propondo a questão da transformação ecológica como transformação cultural. Procurando transcender a dimensão alarmista dos discursos ecológicos abordaram-se vocabulários culturais que, de forma crítica, reflectem sobre a complexidade desta equação.</p>
<p>_<br />
A &#8220;tradição&#8221; do Transmediale está inevitavelmente ligada à componente &#8220;<a href="http://www.clubtransmediale.de/festival-09.html" target="_blank">CTM &#8211; club transmediale</a>&#8221; que cumpriu este ano o 10º aniversário (em conjunto com o festival canadiano parceiro <a href="http://www.mutek.org/" target="_blank">Mutek</a>) de uma actividade dedicada às culturas audiovisuais independentes, sob o tema &#8220;Structures&#8221;. Tendo surgido inicialmente como um programa especial paralelo ao Transmediale focado na convergência cultural entre música electrónica e digital, &#8220;club culture&#8221; e &#8220;media arts&#8221;, rapidamente ganhou voz própria. Durante 13 dias o programa incluiu concertos, performances audiovisuais, instalações, workshops e painéis de discussão em torno de formas artísticas interdisciplinares e experimentais potenciadas por redes e micro-estruturas da música e media art independente.</p>
<p>_<br />
Foi no espaço principal do CTM o club &#8220;Maria&#8221; [MAO] Maria Am Ostbahnhof que Rudolfo Quintas (pt) apresentou a performance &#8220;Burning the sound&#8221;, vencedora de um prémio de distinção do Transmediale &#8217;09, tendo o júri salientado a qualidade do trabalho <em>&#8220;equilibrado na forma como alia tecnologia e expressão, composição e performance…&#8221; </em></p>
<p><img class="alignnone" title="burning the sound" src="http://www.transmediale.de/en/files/imagecache/tm_medium_width318px/festival/images/tm09_quintas_2-web_0.png" alt="" height="140" /><img class="alignnone" title="burning the sound" src="http://www.transmediale.de/en/files/imagecache/tm_medium_width318px/festival/images/quintas_1_web_0.png" alt="" height="140" /></p>
<p>&#8220;Burning the sound&#8221; aborda uma das ferramentas mais primárias e essenciais da humanidade — o fogo — matéria de fascínio que no seu duplo papel de elemento destruidor e gerador de energia é aqui alvo de tradução sonora e visual. Rudolfo Quintas tira partido da dimensão ritual e física da performance sobrepondo a expressão a todo o aparato e sofisticação tecnológica subjacente.</p>
<p>O corpo como interface é um tema transversal ao trabalho de Quintas, focado no desenvolvimento de sistema audiovisuais interactivos para performance, de que se destacam a participação no grupo <a href="http://newinterfaces.net/nip/artists/rudolfo-quintas/" target="_blank">NIP – New Interfaces for Performance</a>, e o <a href="http://www.swap-project.com/" target="_blank">projecto SWAP</a> com Tiago Dionísio entre 200 e 2007.</p>
<p>_<br />
O outro &#8220;award of distinction&#8221;, foi atribuído  a <a href="http://reynold-reynolds.com/six/index.htm" target="_blank">&#8220;Six Apartments&#8221;</a> de Reynold Reynolds(us), uma instalação vídeo que retrata a vida em isolamento de 6 pessoas nos seus apartamentos. Um comentário crítico sobre a passividade dos sujeitos que, apesar de na sua rotina diária se confrontarem com as notícias da crise ecológica, seguem sem alterar seus hábitos ou comportamentos em relação à mesma.</p>
<p>O júri atribuiu o primeiro prémio a <a href="http://mediashed.org/TantalumMemorial" target="_blank">&#8220;Tantalum Memorial&#8221;</a> (uk/jp) afirmando critérios como a &#8220;qualidade de execução, densidade imaginativa e as suas forças metafóricas e conceptuais&#8221;. Este memorial sobre as mortes das guerras &#8220;coltan&#8221; do Congo baseia-se numa rede de &#8220;telefonia social&#8221; internacional congolesa, o &#8220;telephone trottoire&#8221;, accionando dispositivos reactivos à participação da comunidade congolesa de Londres na rede, e proporcionando uma leitura  metafórica um fenómeno local com impacto global.</p>
<p><img class="alignnone" title="tantalum memorial" src="http://farm4.static.flickr.com/3477/3271736154_763bc9fc39.jpg?v=0" alt="" height="130" /><img class="alignnone" title="foyer" src="http://farm4.static.flickr.com/3332/3271735270_26ffbdf748.jpg?v=0" alt="" height="130" /></p>
<p><img class="alignnone" title="exhibition view" src="http://farm4.static.flickr.com/3457/3271733202_75d4c7dd7c.jpg?v=0" alt="" height="130" /><img class="alignnone" title="exhibition view" src="http://farm4.static.flickr.com/3333/3270915773_50b7e99b09.jpg?v=0" alt="" height="130" /></p>
<p>Na exposição &#8220;Survival and Utopia: Visions of Balance in Transformation&#8221; salienta-se ainda a instalação vídeo de Fernando José Pereira (pt), artista e docente da FBAUP, que de forma poética e contida aborda a necessidade de comunicação e observação de uma pequena povoação remota no Circulo Polar Árctico. <a href="http://www.transmediale.de/en/node/1257" target="_blank">&#8220;Remoteness&#8221;</a> propõe uma observação passiva desse universo distante, realizada com imagens recolhidas por uma <em>webcam</em>, posteriormente trabalhadas para esta contemplação visual e aural.</p>
<p>Próxima no tema a instalação vídeo <a href="http://www.transmediale.de/en/beyond-end-polar-project" target="_blank">&#8220;Beyond the End &#8211; The Polar Project&#8221;</a> de Charly Nijensohn (gl), vídeo contemplativo de indivíduos que vagueiam nas plataformas de gelo do Ártico, ou ainda<a href="http://www.transmediale.de/en/node/542" target="_blank"> &#8220;Sonic Antarctica&#8221;</a> de Andrea Polli (us) trata a transformação climática com sonificações, audificações e registos documentais numa instalação sonora e visual.</p>
<p>Os olhares críticos ao &#8220;discurso verde&#8221; reflectem-se nas <a href="http://www.myportfolio.me.uk/EGGs.htm" target="_blank">&#8220;Extreme Green Guerrillas&#8221;</a>, uma série de comentários irónicos, mas lúcidos, às tipologias de comportamento &#8220;verde&#8221;, com que Michico Nitta (uk) propõe soluções para a inviabilidade de existência humana como factor de destruição ecológica. Metaforicamente, <a href="http://www.janalinke.de/click&amp;glue.htm" target="_blank">&#8220;Click &amp; Glue&#8221;</a> de Jana Linke (de), reforça a distopia, com o comportamento de um dispositivo que se conduz à sua própria imobilidade.</p>
<p>No espaço do foyer evidenciava-se o tom transitório e nómada implícito no tema na cenografia em que algumas peças se diluíam, nomeadamente <a href="http://hehe.org.free.fr/hehe/nuagevert/index.html" target="_blank">&#8220;Nuage Vert&#8221;</a> de Hehe (fr) trabalho de arte ambiental pública da série &#8220;Pollstream&#8221;, ou <a href="http://www.gratin.org/timeslip/" target="_blank">&#8220;Time Slip&#8221;</a> de Antoine Schmitt (fr) projecção de &#8220;news feeds&#8221; com o tempo verbal alterado do passado para o futuro, ou mesmo &#8220;Tantalum memorial&#8221;.</p>
<p><img class="alignnone" title="foyer" src="http://farm4.static.flickr.com/3374/3270913507_19cdfebebe.jpg?v=0" alt="" height="130" /><img class="alignnone" title="foyer" src="http://farm4.static.flickr.com/3408/3270909513_9cd6f93a1a.jpg?v=0" alt="" height="130" /></p>
<p>_</p>
<p>Em paralelo, o registo informal característico do CTM assume-se num conjunto de instalações, workshops e discussões no [KKB] Kunstraum Kreuzberg Bethanien. Enquadrada neste programa uma outra representação Lusa digna de menção, a <a href="http://www.cronicaelectronica.org/" target="_blank">medialabel &#8220;crónicaelectrónica&#8221;</a>.  Baseada no Porto e iniciada em 2003 a &#8220;crónica&#8221; reúne cerca de 40 edições, nacionais e internacionais, com um foco especial na música electrónica experimental e artes audiovisuais relacionadas, e esteve presente no mercado das &#8220;Redes Criativas Independentes&#8221; entre diversas entidades e iniciativas que promovem e cultivam culturas audiovisuais experimentais e alternativas.</p>
<p><img class="alignnone" title="kkb market" src="http://farm4.static.flickr.com/3433/3270934231_8e103b24b6.jpg?v=0" alt="" height="130" /><img class="alignnone" title="kkbmarket-cronica" src="http://farm4.static.flickr.com/3303/3271747432_ffae0c74de.jpg?v=0" alt="" height="130" /></p>
<p><img class="alignnone" title="kkb" src="http://farm4.static.flickr.com/3514/3270923873_6cc494923f.jpg?v=0" alt="" height="130" /><img class="alignnone" title="kkb" src="http://farm4.static.flickr.com/3527/3271744350_bd28f357df.jpg?v=0" alt="" height="130" /></p>
<p>O cruzamento dos temas &#8220;deep north&#8221; e &#8220;structures&#8221; embora remoto, parece convergir numa ideia de equilíbrio instável, num &#8220;estado de transição&#8221;. &#8220;Deep North&#8221; propõe uma &#8220;introspecção global&#8221; sobre o papel da arte e cultura digital neste processo de transformação, evidenciando a ideia de rede de relações entre eventos e culturas. Os pontos de ligação e transição entre domínios culturais estão em evidência no tema auto-referencial do CTM, sobre estruturas e redes que, impulsionadas pela tecnologia digital, diluem fronteiras e dissolvem estruturas estabelecidas.</p>
<p>Um &#8220;estado de transição&#8221; localizável em vários planos, tanto a nível da reflexão sobre o binómio ecologia/cultura, como da sustentação de culturas independentes, ou do reconhecimento internacional de uma arte digital portuguesa emergente. Nestes dois festivais de referência, vocabulários críticos e estruturas independentes exprimem a urgência de prospecção de estratégias para sustentar a mudança procurando &#8220;novas formas de ler eventos locais e globais&#8221;.</p>
<p>_<span style="font-size:xx-small;"><br />
TXT LR<br />
_<br />
<a href="http://www.transmediale.de" target="_blank">TRANSMEDIALE 09</a><br />
<a href="http://www.clubtransmediale.de/festival-09.html" target="_blank">CLUB TRANSMEDIALE 09</a><br />
_<br />
PT<br />
_<br />
<a href="http://www.transmediale.de/en/burning-sound" target="_blank">Rudolfo Quintas &#8211; Burning the sound @ transmediale</a><br />
<a href="http://www.cronicaelectronica.org" target="_blank">Crónica Electrónica</a><br />
<a href="http://www.virose.pt/fjp" target="_blank">Fernando José Pereira</a><br />
_</span></p>
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	</item>
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		<title>:: Figures de l&#8217;interactivité 2008 ::</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Dec 2008 23:48:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lribas</dc:creator>
				<category><![CDATA[:: pøst ::]]></category>
		<category><![CDATA[::::]]></category>
		<category><![CDATA[figure de l'interactivité 2008]]></category>
		<category><![CDATA[txt luísa ribas]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos dias 19, 20 e 21 de Novembro realizou-se em Poitiers o colóquio internacional &#8220;Cinéma, Interactivité et Société&#8220;, inserido na primeira bienal &#8220;Figures de l&#8217;interactivité&#8220;, organizada pelas escolas &#8220;École Européenne Supérieure de l’Image&#8221; (ÉESI) de Poitiers e &#8220;Université du Québec&#8221; &#8230; <a href="http://lmlr.wordpress.com/2008/12/02/figures-de-linteractivite-2008/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=lmlr.wordpress.com&amp;blog=1239310&amp;post=231&amp;subd=lmlr&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos dias 19, 20 e 21 de Novembro realizou-se em Poitiers o colóquio internacional &#8220;<a href="http://www.figuresinteractives.com/pages_fr/colloque/presentation_colloque.html" target="_blank">Cinéma, Interactivité et Société</a>&#8220;, inserido na primeira bienal &#8220;<a href="http://www.figuresinteractives.com" target="_blank">Figures de l&#8217;interactivité</a>&#8220;, organizada pelas escolas &#8220;École Européenne Supérieure de l’Image&#8221; (ÉESI) de Poitiers e &#8220;Université du Québec&#8221; em Montréal.</p>
<p><a href="http://read0nlymem0ry.files.wordpress.com/2008/12/001.jpg"><img class="size-full wp-image-209 alignnone" title="001" src="http://read0nlymem0ry.files.wordpress.com/2008/12/001.jpg?w=500&#038;h=126" alt="001" width="500" height="126" /></a><br />
<a href="http://read0nlymem0ry.files.wordpress.com/2008/12/0021.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-217" title="0021" src="http://read0nlymem0ry.files.wordpress.com/2008/12/0021.jpg?w=500&#038;h=144" alt="0021" width="500" height="144" /></a></p>
<p>Os temas de discussão versaram as margens do cinema; novas estratégias e redes de difusão; dispositivos para a imagem, som e interacção; argumentos e narrativas interactivas; formas de descrever, anotar e relacionar som e imagem, concluindo-se sobre a ariulação &#8220;cinema e interactividade&#8221;. O colóquio contou com a participação de Steina Vasulka, Jeffrey Shaw, Jim Campbell, George Legrady, Bernard Stiegler, Jean-Louis Boissier entre muitas outras figuras incontornáveis no tema proposto.</p>
<p><span id="more-231"></span></p>
<p>O ponto de partida para a reflexão entre &#8220;cinema, interactividade e sociedade&#8221; começa pela exploração das &#8220;margens du cinema&#8221;. Vários entendimentos de cinema e possibilidades de um cinema interactivo forma postos em jogo. Questionaram-se os limites da acepção de cinema no seu cruzamento com a interactividade. O primeiro interveniente,<a href="http://read0nlymem0ry.wordpress.com/2008/12/02/jacques-aumont-on-n%E2%80%99y-peut-rien/"> Jacques Aumont</a> (fr), falou de um cinema que <em>resiste</em> à interactividade e de uma cinema que se aproxima da interactividade definindo-se como &#8220;meta-cinema&#8221;. <a href="http://read0nlymem0ry.wordpress.com/2008/12/02/bernard-perron-a-atraccao-eterna-do-cinema-interactivo/">Perron</a> (ca) abordou a interactividade como elemento de atracção no cinema, considerando que esta dimensão se encontra ainda sem grande efectivação.  Este início permitiu reconhecer as diversas acepções que o cruzamento da noção de cinema e interactividade poderia assumir no contexto do colóquio, testando o significado que a designação &#8220;cinema interactivo&#8221; poderia assumir. <a href="http://read0nlymem0ry.wordpress.com/2008/12/02/victor-burgin-a-heteropia-cinematografica-e-o-nao-cinematografico/">Burgin</a> (gb) foi o mais &#8220;literal&#8221; ao organizar a sua apresentação com base na definição de cada um dos termos.  Com o painel sobre &#8220;novas estratégias redes de difusão&#8221; a questão dirigiu-se para as transformações que as tecnologias digitais e a Internet trouxeram: como propulsionam novas formas de conceber, produzir, difundir um &#8220;<em>novo cinema</em>&#8220;.</p>
<p>Novas formas da imagem em movimento foram exemplificadas por <a href="http://read0nlymem0ry.wordpress.com/2008/12/02/yves-bernard-producao-e-visao-na-era-da-internet/">Yves Bernard</a> (be) que enfatizou a visão destas transformações como fenómeno social. Novas propostas para a análise e fruição do cinema foram ilustradas pelo projecto de <a href="http://read0nlymem0ry.wordpress.com/2008/12/02/bernard-stiegler-espacializacao-do-tempo-do-cinema/">Stiegler </a>(fr) que se constitui como ferramenta dedicada à análise como forma de participação no universo cinematográfico.  As apresentações de trabalho artístico contaram com George Legrady (us), Jeffrey Shaw (au) e <a href="http://read0nlymem0ry.wordpress.com/2008/12/02/julien-maire-apart/">Julien Maire</a> (fr), que com as suas investigação em torno deste tema colmataram a aproximação à histórica e actual &#8220;<em>expansão</em>&#8221; do cinema.  A apresentação de <a href="http://read0nlymem0ry.wordpress.com/2008/12/02/jim-campbell-ap-art/">Jim Campbell </a>(ca) foi felizmente adiada, proporcionando, no dia seguinte, um belo arranque à reflexão em torno dos <em>&#8220;dispositivos para a imagem, som e  interactividade&#8221;</em>. Na continuidade das apresentações de artistas do dia anterior Campbell (ca) e Steina Vasulka (eu) ilustraram a estreita relação com a imagem e som pela investigação dos seus dispositivos e circunscreveram diferentes formas de interacção como aspectos essências à construção das obras. A interacção foi vista como como algo inerente às tecnologias electrónicas e digitais — interacção com um sistema por natureza interactivo — aqui visto segundo dois prismas: a interacção do criador ou do espectador no sistema. Anne-Marie Duguet (fr) reforçou essa visão recorrendo à obra de Nam-June Paik para definir alguns conceitos fundamentais ao entendimento da importância da interacção na obra.</p>
<p>À tarde, a questão centrou-se nos <em>&#8220;argumentos e narrativas interactivas&#8221;</em> tendo Bianchini (fr) reforçado a natureza &#8220;reversível&#8221; e participatória das máquinas informáticas na definição de imagens que se situam entre &#8220;obras e instrumentos&#8221; e entre &#8220;atenção e intenção&#8221;. Douglas E. Stanley, num tom provocatório, assumiu-se quase como um &#8220;purista&#8221; da computação, substituindo a noção de &#8220;digitalização&#8221; por &#8220;algoritmização&#8221; do mundo. As apresentações de artistas funcionaram como uma antevisão da discussão do último dia &#8211; até pela reincidência de alguns nomes como Jean-Louis Boissier (fr), Luc Courchesne (ca), Masaki Fujihata (jp) ou George Legrady (ca).<br />
<em>&#8220;Descrever, anotar e por em relação som e imagem&#8221;</em> foi o foco da discussão. O projecto &#8220;<a href="http://www.sliders-project.eu" target="_blank">SLIDERS</a>&#8220;, desenvolvido por [Frédéric Curien, Jean-Marie Dallet, Thierry Guibert, Christian Laroche] na l’ÉESI em Poitiers, destacou-se no contexto das apresentações quase como ilustração directa desse tema.</p>
<p><img class="alignnone" title="sliders" src="http://farm4.static.flickr.com/3150/3058589782_1a0890eef8.jpg?v=0" alt="" width="500" height="281" /></p>
<p>Fechando o ciclo do colóquio o último painel retorna ao <em>&#8220;cinema e interactividade&#8221;</em>, mas desta feita reforçando o papel das propostas que articulam investigação académica e artística. As intervenções mais representativas foram prestadas por Boissier (fr),  Jeffrey Shaw (au) e Masaki Fujihata (jp), sendo que este último proporcionou uma das mais inspiradoras abordagens à dimensão social, a mais implícita do título &#8220;cinema, interactividade e sociedade&#8221;.</p>
<p>[<a href="http://read0nlymem0ry.wordpress.com/category/figures2008/">ver posts com resumo das apresentações individuais no blog- ROM - cat: figures2008</a>]<br />
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<span style="font-size:xx-small;">o colóquio teve lugar no recente Théâtre &amp; Auditorium de Poitiers (TAP) concebido por João Luis Carrilho da Graça <a href="http://www.tap-poitiers.com" target="_blank">http://www.tap-poitiers.com</a></span><br />
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<span style="font-size:xx-small;"><strong> TXT Luísa Ribas</strong></span><br />
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<br />Posted in :: pøst ::, :::: Tagged: figure de l'interactivité 2008, txt luísa ribas <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/lmlr.wordpress.com/231/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/lmlr.wordpress.com/231/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/lmlr.wordpress.com/231/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/lmlr.wordpress.com/231/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/lmlr.wordpress.com/231/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/lmlr.wordpress.com/231/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/lmlr.wordpress.com/231/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/lmlr.wordpress.com/231/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/lmlr.wordpress.com/231/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/lmlr.wordpress.com/231/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/lmlr.wordpress.com/231/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/lmlr.wordpress.com/231/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/lmlr.wordpress.com/231/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/lmlr.wordpress.com/231/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=lmlr.wordpress.com&amp;blog=1239310&amp;post=231&amp;subd=lmlr&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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